quarta-feira, 9 de março de 2022
BOMBA! DC CONTRATA BRUNA MARQUIZE PARA SER PAR ROMÂNTICO DO BESOURO AZUL E GERA HYPE MUNDIAL NAS REDES SOCIAIS
terça-feira, 18 de janeiro de 2022
Cabeça de homem é encontrada em praça do Tatuapé
domingo, 26 de dezembro de 2021
Mais uma barragem se rompe na Bahia, após início das chuvas estado registra 18 mortes
Segundo o governador do estado, 37 têm comunidades inteiras alagadas
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| BR-330, trecho de Ubatã, cedeu por causa da chuva neste domingo (26). — Foto: Ubatã Notícias |
As chuvas que atingem a Bahia causaram o rompimento de duas barragens, e a mais uma morte foi registrada neste fim de semana, elevando assim o número de vítimas para 18 desde novembro.
A 18ª morte foi a do dono de balsa Olivan Alves Mota, de 60 anos, que afogou-se neste domingo (26) no Rio das Contas, em Aureliano leal, no Sul do estado.
Os rompimentos de barragem ocorreram em Vitória da Conquista, na noite de sábado (25), e Jussiape, na Chapada Diamantina, na manhã deste domingo. Moradores foram orientados a deixar suas casas.
"Acabei de receber novo levantamento e temos, neste momento, 37 cidades fortemente atingidas pelas chuvas. Visitei Itabuna e Itajuípe e as imagens são muito fortes. Na história recente da Bahia, não lembro de tragédia tão grande", disse Rui costa.
Dez rodovias estão parcial ou totalmente interditadas, segundo as polícias rodoviárias estadual e federal. Em Ubatã, um trecho da BR-330 cedeu, abrindo uma cratera.
Em Salvador, moradores de dois bairros, Castelo Branco e Sete de Abril, foram orientados a deixar as suas casas na noite de sábado por conta do risco de desabamento de imóveis e deslizamentos de terra.
As sirenes de alerta depois que o volume de chuva ultrapassou 150 milímetros em 72 horas (veja no vídeo abaixo). "Tivemos o novembro mais chuvoso dos últimos dez anos e dezembro vai superar todas as expectativas", diz Sósthenes Macedo, coordenador da Defesa Civil de Salvador.
Em Itabuna, casas, lojas e bancos amanheceram alagadas neste domingo, depois que o Rio Cachoeira subiu 9 metros. Dez prédios das cidades estão sendo usadas para abrigar moradores.
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Barragem em Jussiape se rompe e prefeitura pede que moradores deixem suas casas. —Foto: Divulgação / Terra Querida Jussiape BA
Quase 4 mil desabrigados no estado
As chuvas que atingem a Bahia desde novembro colocaram 66 cidades em situação de emergência. Ao menos 3,8 mil pessoas ficaram desabrigadas e 10.955 ficaram desalojadas (tiveram que abandonar seus imóveis, mas não necessitaram de abrigo).
As regiões Sul e sudoeste do estado são as mais afetadas pelas chuvas. Em Itororó, o número de desabrigados chegou a 200 neste sábado; em Guaratinga, os temporais deixaram 600 pessoas desabrigadas e causaram o desabamento de 58 casas. Além disso, 25 pontes ficaram danificadas, deixando comunidades em isolamento.
Segundo Costa, o governo federal e 5 estados informaram que enviarão apoio à Bahia: Espírito Santo, Minas Gerais, Maranhão, Paraíba e São Paulo.
FONTE: meionorte.com
domingo, 5 de dezembro de 2021
ALERTA: 79,7% DOS ÓBITOS POR COVID-19 SÃO PESSOAS NÃO VACINADAS
Não vacinados respondem a 79,7% dos óbitos por Covid-19
Quantidade de óbitos e hospitalizações entre os não vacinados é muito maior que entre os totalmente imunizados
Arquivo / Agência Brasil© Arquivo / Quantidade de óbitos e hospitalizações entre os não vacinados é muito maior que entre os totalmente imunizados Arquivo
Um levantamento feito pelo Info Tracker, plataforma da USP e da Unesp que coleta dados sobre a pandemia de Covid-19, a pedido do UOL indica que 79,7% das pessoas que morreram de Covid-19 no Brasil não estavam vacinadas. A partir do início da vacinação em março as mortes pela doença caíram 94%.
O público de pessoas totalmente vacinadas (duas doses ou dose única) registrou 10,7% das mortes desde março deste ano. Entre os parcialmente imunizados foram 9,7% de óbitos.
O número de óbitos registrados no último mês de outubro entre os vacinados superou pela primeira vez os não vacinados: 3.293 contra 2 mil. No entanto, de acordo com Wallace Casaca, professor da Unesp, esse fenômeno ocorreu apenas devido à proporção de pessoas que foram vacinadas no Brasil, que é bem maior que os não vacinados.
As hospitalizações por Covid seguem proporções parecidas: 81,7% não haviam sido vacinados, enquanto apenas 9,6% estavam totalmente imunizados, número que cai para 8,7% entre os parcialmente imunizados.
sexta-feira, 29 de outubro de 2021
5 motivos pra você continuar usando máscara contra a Covid-19
A transmissão está no menor nível desde o início da medição e o número de mortes tem caído com o avanço da vacinação no Brasil. Uso da proteção, porém, ainda é essencial para se proteger e não contaminar outras pessoas durante a pandemia.
- A Covid é transmitida principalmente pelo ar
- Ambientes fechados e com aglomeração têm alto risco
- A vacina protege, mas não impede a transmissão
- A Covid pode deixar sequelas
- Novas variantes ainda podem surgir
1. Transmissão pelo ar
Se no início da pandemia o foco era na limpeza das superfícies, uso de álcool gel e higienização de ambientes, hoje há um consenso entre os especialistas que o contato é responsável por uma parcela muito pequena das contaminações.
Estudos mostram que a principal forma de transmissão do coronavírus ocorre pelo ar, por meio de aerossóis, partículas bem pequenas que permanecem flutuando e se acumulam quando estão em ambientes com pouca ventilação.
Por isso, o foco da prevenção deve ser em não compartilhar o ar com outras pessoas.
"Tem um cuidado que deve nortear as nossas decisões: é ao ar que você respira. Álcool gel, lavagem de mãos, têm o seu papel, claro. Mas o ponto determinante é o ar. Não dividir o ar com as outras pessoas", afirma a epidemiologista Denise Garrett, que trabalhou mais de 20 anos no Centro de Controle de Doenças (CDC) do Departamento de Saúde dos EUA.
2. Ambientes fechados e com aglomeração
Nos lugares abertos e sem aglomeração, onde há boa ventilação, por exemplo, o risco de transmissão é muito baixo e a máscara pode nem ser necessária. Mas em ambientes fechados, mal ventilados, como no transporte público, uma máscara de boa qualidade, tipo PFF2, e bem ajustada no rosto, é essencial. É a única forma de garantir que não há troca de aerossóis com outras pessoas contaminadas e também de não contaminar ninguém.
"No dia que você tem que ir ao médico, lugar altamente exposto, você usa sua melhor máscara, de preferência uma PFF2”, explica Fernando Morais, do Instituto de Física da Universidade de São Paulo (USP).
"Alguma máscara é melhor que nenhuma. As máscaras de pano reduzem a possibilidade de uma pessoa com Covid-19 contaminar outra. Mas em ambientes fechados o ideal é usar uma PFF2 bem ajustada no rosto", afirma Denise Garrett.
3. Vacina não impede transmissão
As vacinas aplicadas no Brasil reduzem significativamente a possibilidade de a pessoa imunizada ter a forma grave ou morrer de Covid-19. A eficácia mínima é de 75%.
De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), elas funcionam inclusive contra a variante delta, mais transmissível.
A imunização, no entanto, não é 100% eficaz. É necessário que uma parcela alta da população esteja vacinada para que a pandemia seja realmente controlada. Ainda não se sabe exatamente o percentual, mas tudo indica que seja um patamar acima de 70%. E, hoje, nem metade da população brasileira está totalmente imunizada.
Vacinação nos países
Percentual de vacinados nos 9 países mais populosos do mundo
Além disso, a vacina não evita a transmissão do vírus para outras pessoas, que podem não estar totalmente imunizadas ou ter uma saúde mais frágil. "Enquanto a vacina contra a Covid-19 evita doença grave e morte, nós ainda não sabemos o quanto ela evita que você transmita o vírus a outros", diz a OMS.
"Embora de grande importância, a vacinação não pode ser tratada como a única medida necessária para interromper a transmissão do vírus entre a população", afirma um boletim assinado por 10 especialistas da Fiocruz.
4. Sequelas da Covid-19
"Covid longa", "Covid persistente", "Covid-19 pós-aguda" ou a "síndrome pós-Covid" são alguns nomes que vêm batizando um conjunto de resquícios da doença causada pelo novo coronavírus ou novos problemas de saúde que uma pessoa pode ter semanas ou meses depois da fase aguda da Covid-19.
Estudo da Universidade de São Paulo mostra que 60% dos pacientes que foram internados ainda têm algum tipo de sequela um ano depois da alta.
Cientistas acabam de detectar mais uma provável complicação de longo prazo da Covid-19: problemas cognitivos que prejudicam a memória, o raciocínio e a capacidade de resolução de problemas.
Ou seja, se proteger da doença, mesmo vacinado, ainda é fundamental.
"O serviço de urgência e emergência vai sofrer muita pressão. Vai ter agravamento de comorbidades dos sobreviventes da Covid, a desassistência provocada pela restrição de acesso a pacientes que não foram ao hospital porque tinham medo, doenças psicossomáticas, condições crônicas agudizadas", afirma Suzana Lobo, diretora-presidente da Associação de Medicina Intensiva Brasileira.
5. Novas variantes
As aglomerações em ambientes fechados sem máscara também aumentam a circulação do vírus e favorecem o surgimento de novas variantes.
Novas mutações do vírus Sars-CoV-2 são esperadas. Isso é um comportamento comum – porque, à medida que o vírus se espalha, ele pode sofrer muitas modificações genéticas. A maioria tem pouco ou nenhum impacto nas características do vírus. Mas algumas mudanças podem influenciar, por exemplo, a capacidade do vírus de se propagar ou na eficácia das vacinas.
Uma das mais recentes, batizada de "mu", foi identificada pela primeira vez na Colômbia, mas já está no Brasil.
Usar a máscara e evitar a circulação do vírus, portanto, é fundamental para frear a pandemia.
"É muito simples: mais transmissão, mais variantes. Menos transmissão, menos variantes”, diz o diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus.
Fonte e Texto: G1
domingo, 10 de outubro de 2021
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sábado, 9 de outubro de 2021
GOVERNO DO MARANHÃO INTENSIFICA AÇÕES PARA CONTROLE DA RAIVA HUMANA NA REGIÃO DE CHAPADINHA
A chefe do Departamento de Zoonoses da SES, Zulmira Batista, destaca que, desde a comunicação do caso suspeito no dia 22 de setembro, a Superintendência de Epidemiologia e Controle de Doenças do Estado do Maranhão, através do Centro de Informações Estratégicas de Vigilância em Saúde (CIEVS) e do Departamento de Zoonoses vem tomando todas as medidas cabíveis.
“Já deslocamos equipes para o povoado, onde está sendo feita a investigação in loco. Apesar de se tratar de um caso de raiva silvestre, já estão sendo adotadas as medidas profiláticas de bloqueio vacinal dos animais (cães e gatos) e dos moradores do povoado, além de orientação dos mesmos”, afirma a chefe do Departamento de Zoonoses, Zulmira Batista.
Para alinhamento das ações, na quinta-feira (7), gestores da Unidade Regional de Saúde de Chapadinha e do município de Chapadinha e técnicos do Controle de Zoonoses realizaram uma reunião onde foram definidas ações como a vacinação de todas as pessoas do povoado, além do treinamento para todos os agentes comunitários de saúde; treinamento para os médicos e enfermeiros sobre o diagnóstico da raiva; e protocolos de atendimento.
Ações do Governo do Estado
Os últimos casos notificados no estado do Maranhão ocorreram em 2013, nos municípios de Humberto de Campos (01) e São José de Ribamar (01). As campanhas anuais de vacinação de cães e gatos, no Maranhão, associadas às demais medidas de controle, como a profilaxia antirrábica humana para pessoas expostas ao risco de contrair raiva, resultaram na erradicação da raiva humana por oito anos no estado.
“Além disso, constantemente são realizadas ações de educação em saúde, quando todos os municípios são treinados com relação aos cuidados que se tem que ter com relação aos animais domésticos e silvestres. Cabe aos municípios a realização das campanhas de vacinação”, destaca Zulmira Batista.
Recentemente, em alusão ao Dia Mundial Contra a Raiva, a Secretaria de Estado da Saúde (SES), através do Departamento de Controle de Zoonoses, realizou uma capacitação de profissionais quanto à coleta e envio de amostras para diagnóstico da raiva animal no Maranhão.
Prevenção e sintomas
O vírus da raiva humana é do gênero Lyssavirus, da família Rhabdoviridae. A transmissão ocorre pela inoculação do vírus contido na saliva do animal infectado, principalmente pela mordedura e, mais raramente, pela arranhadura e/ou lambedura de mucosas. O vírus penetra no organismo, multiplica-se no ponto de inoculação, atinge o sistema nervoso periférico e, posteriormente, o sistema nervoso central.
No caso de agressão por parte de algum animal, a assistência médica deve ser procurada o mais rápido possível. Quanto ao ferimento, deve-se lavar abundantemente com água e sabão e aplicar produto antisséptico.
O esquema de profilaxia da raiva humana deve ser prescrito pelo médico, que avaliará o caso indicando a aplicação de vacina e/ou soro. Nos casos de agressão por cães e gatos, quando possível, observar o animal por 10 dias para ver se ele manifesta doença ou morre.
A vacinação anual de cães e gatos é eficaz na prevenção da raiva nesses animais, o que consequentemente previne também a raiva humana.
Para animais silvestres não há vacinação, por isso o indicado é nunca tocar em morcegos ou outros animais silvestres diretamente, principalmente quando estiverem caídos no chão ou encontrados em situações não habituais. Em geral, os sintomas da doença são alterações de comportamento – confusão mental, desorientação, agressividade, alucinações; espasmos ao sentir água ou vento – hidrofobia; mal-estar geral; aumento de temperatura; náuseas; dor de garganta; entre outros.
Paciente
O paciente encontra-se internado na UTI em um hospital público de São Luís em estado grave, acompanhado por equipe médica na unidade de internação e recebendo o tratamento preconizado pelo Ministério da Saúde. Por meio de boletim diário emitido pelo Núcleo Hospitalar de Epidemiologia (NHE), o caso segue em acompanhamento da equipe da Vigilância Epidemiológica do estado e município de São Luís.
Com informações: Agência de notícias do estado do Maranhão
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